Em Ética a Nicômaco, Aristóteles
escreveu para seu filho, unindo
sabedoria e prática em um guia
para viver com excelência. Essa
visão atemporal inspira aplicações
modernas que conectam virtudes
e propósitos de forma nunca
imaginada à governança e prática
corporativa
Aristóteles, com sua visão sobre ética e
excelência, oferece uma base única para
compreender e aprimorar a cultura
corporativa. Sua ideia de areté, ou
excelência, não se limita a um objetivo a
ser alcançado, mas representa um
compromisso contínuo em realizar o
potencial ao máximo, onde o processo
tem tanta importância quanto o
resultado.
Ao aplicar esse conceito ao ambiente
empresarial, encontramos um diferencial
poderoso: a qualidade de cada decisão
e ação passa a refletir não apenas
eficiência, mas um alinhamento ético
com o propósito maior (telos) da
organização. Essa abordagem
transcende a busca por resultados
imediatos, promovendo uma cultura que
une excelência operacional e impacto
virtuoso de longo prazo.
Essa perspectiva aristotélica traduz-se
em práticas que colocam o bem comum
no centro, conectando ética e excelência
de maneira altamente relevante para os
desafios corporativos modernos. A
aplicação dessas ideias na construção de
uma cultura organizacional sólida não é
apenas inovadora, mas um verdadeiro
diferencial estratégico.